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domingo, 5 de janeiro de 2020

Rhipsalis dissimilis epiphyllanthoides

Rhipsalis dissimilis epiphyllanthoides




Rhipsalis dissimilis ephiphyllanthoides
Imagem: Eduardo Gardini



Rhipsalis dissimilis epiphyllanthoides possui cladódios robustos, curtos, com tamanho regular de 25-40mm de comprimento por 8-9mm de diâmetro.
Os cladódios apresentam espinhos pretos em torno das aréolas desde a base até o ápice dos segmentos. Os segmentos de cladódios apresentam à princípio crescimento vertical, pendendo com o tempo conforme seu peso.

Suas flores se formam nas extremidades ou próximas a elas, têm 2 cm de diâmetro, apresentam pétalas e sépalas amarelas, filetes amarelos, anteras e estigma brancos.
Frutos globosos róseos com 9-10mm de diâmetro.

Distribuição:
Região Sudeste (São Paulo) e Sul do Brasil (Paraná).

Cultivo:
A planta é cultivada em um caule seco fibroso falso-xaxim (Cyathea cooperi) à meia sombra, tendo desenvolvimento lento e suportando intervalos consideráveis de rega.




Rhipsalis dissimilis ephiphyllanthoides
Imagem: Eduardo Gardini



Rhipsalis dissimilis ephiphyllanthoides
Imagem: Eduardo Gardini

                                                                 

            
Rhipsalis dissimilis ephiphyllanthoides
Imagem: Eduardo Gardini





Rhipsalis dissimilis ephiphyllanthoides
Imagem: Eduardo Gardini
Rhipsalis dissimilis ephiphyllanthoides
Imagem: Eduardo Gardini

terça-feira, 16 de julho de 2019

Rhipsalis grandiflora in situ. Instituto Butantan, São Paulo - SP - Brasil



Rhipsalis grandiflora in situ



Algumas plantas adultas em árvores no bosque do Instituto Butantan, São Paulo, SP - Brasil.
Entre os indivíduos, uma planta se apresentava com frutos brancos, contrastando com todas outras cujos frutos eram rosados.
Eu já observei esse fato em outros locais, o que me leva a concluir que a diferença de cor é uma questão de variedade na espécie.



Rhipsalis grandiflora -
©Eduardo Gardini 2019





Rhipsalis grandiflora - 
©Eduardo Gardini 2019



Esse indivíduo, com frutos brancos, estava ladeado por outra planta com frutos róseos

Rhipsalis grandiflora - 
©Eduardo Gardini 2019


Rhipsalis grandiflora - 
©Eduardo Gardini 2019

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Rhipsalis pachyptera

Rhipsalis pachyptera - Polinização por abelha nativa Trigona spinipes.
© Eduardo Gardini - 2017

Rhipsalis pachyptera é uma cactácea epífita pendente, com segmentos (cladódios) geralmente aplanados, formato rômbico predominantemente) a oblongo. Margens crenadas, arredondadas, crescimento apical, até 2 metros de comprimento.
Flores laterais, rotáceas. Pericarpelo verde a verde rosado. Pétalas brancas a branco-amareladas, com diâmetro de 1,6-2,5cm.
Fruto 4-9×4-7mm, globoso até globoso-compresso, alvo a esverdeado, com ápice rosado, alvo a alvo-rosado quando maduro, restos do perianto persistentes; sementes 1-1,5mm, suborbiculares, negras.
Floração ocorre em junho-julho, frutificação amadurecida em novembro-dezembro.

Área de Ocorrência:

Sudeste (Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo)
Sul (Paraná, Santa Cataria e Rio Grande do Sul)
Mata Atlântica, Floresta Ombrófila, Restinga.


Tratos Culturais:

Prefere áreas iluminadas com luz solar indireta ou mesmo ausente, onde apresenta pleno crescimento vegetativo, alta floração e frutificação.
Os melhores resultados no cultivo se deram com substrato à base de compostos orgânicos fibrosos (xaxim, fibra de coco sem tanino, casca de pinus tamanho médio) em 70%, somando-se 30% de terra vegetal.
Adubação: Osmocote liberação lenta (6 meses) em suporte plástico fixado sobre o substrato.
Em caso de incidência solar direta, os cladódios apresentarão tamanho 20 a 30% menor e se tornarão avermelhados, praticamente interrompendo o ciclo de floração e frutificação.


Rhipsalis pachyptera - Floração
© Eduardo Gardini - 2017
Rhipsalis pachyptera - Frutificação
© Eduardo Gardini - 2017











Rhipsalis pachyptera - Frutos
© Eduardo Gardini - 2017



Rhipsalis pachyptera - Fruto
© Eduardo Gardini - 2017




                                     



sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Rhipsalis dissimilis (Rhipsalis spinescens)



Rhipsalis dissimilis - Planta em cultivo
© Eduardo Gardini 2017


Rhipsalis dissimilis apresenta cladódios cilíndricos-costelados medindo 15-20cm cada, formando brotos nos cladódios apicais, que se subdividem em dois a três à medida que a planta se desenvolve.
A planta cresce verticalmente, pendendo os cladódios à medida que esses crescem.
Predominantemente rupícola, ocasionalmente epífita.



Rhipsalis dissimilis - Detalhe da flor
© Eduardo Gardini - 2017
Rhipsalis dissimilis - Botões Florais
© Eduardo Gardini - 2017



























Área de ocorrência:

Sudeste do Brasil, mais precisamente São Paulo e Paraná.

Floração:

Flores  relativamente grandes com pericarpelo imerso nas aréolas, que costumam ser lanosas. Pétalas na cor creme, filetes brancos.


Frutos:

Esféricos com até 12 mm de diâmetro na cor magenta ou rosada, com pele bem fina e brilhante, por vezes translúcido.


Condições de cultivo:

Substrato: 

Pode ser usada uma mistura de cascalho fino com casca de pinus na proporção de 50% em vaso plástico com furos na base suficientes para uma drenagem eficiente. Nessas condições, requer irrigação semanal. Responde bem à fertilização de liberação lenta.

Luminosidade:

Embora rupícola, aprecia luz filtrada ou meia sombra, onde apresentou excelentes resultados de floração e frutificação, muito superiores aos resultados do indivíduo cultivado em Sol pleno.



Rhipsalis dissimilis - Planta em cultivo
© Eduardo Gardini 2017



Rhipsalis dissimilis - Planta em cultivo - Frutos
© Eduardo Gardini 2017



Rhipsalis dissimilis - Planta em cultivo - Frutos
© Eduardo Gardini 2017



Rhipsalis dissimilis - Detalhe da flor
© Eduardo Gardini - 2017





terça-feira, 10 de outubro de 2017

Rhipsalis cereoides

Rhipsalis cereoides
Imagem: Eduardo Gardini - 09/2017

Rhipsalis cereoides é uma espécie rupícola (vegeta sobre pedras e afloramentos rochosos), raramente epífita, com ocorrência confirmada na região Sudeste do Brasil (Rio de Janeiro e Espírito Santo).
Seus cladódios geralmente são facetados, triangulares (mais raramente quadrangulares ou até pentagonais), cada um medindo de 6 a 12 centímetros, de cor verde-oliva, tendendo a amarelarem quando mais expostos ao Sol. Os brotos são sempre apicais (Surgem na extremidade do cladódio) e podem formar estruturas com até um metro de comprimento, com tamanho médio de 60 cm.Tendem a crescer verticalmente, com os ramos se inclinando à medida que a estrutura ganha peso.

Suas flores surgem nas aréolas laterais do cladódio e são brancas, com diâmetro entre 15 e 20 mm, com filetes brancos. Podem surgir até três flores em cada aréola, que sua vez é bem visível e apresenta espículos macios. Flores não apresentam aroma. Florescimento foi observado em setembro/outubro (planta em cultivo).
Os frutos maduros são esféricos, branco-rosados, com diâmetro de 5 a 8 mm, começam a se formar em outubro.

Cultivo:
Vasos de barro, substrato misto com pedriscos, terra e casca de pinus em partes iguais. É uma das espécies com cultivo mais similar às cactáceas convencionais. embora aceite maior índice pluviométrico em virtude de ser endêmica de áreas de Mata Atlântica, desde o nível do mar até 900 m de altitude. Ovaso pode ser mantido no chão, sem necessidades de dependurá-lo.

Irrigação:
Embora suporte períodos longos sem água, é recomendável molhar o substrato sempre que este estiver seco. Intervalos maiores sem água formam cladódios menores e mais largos, com bordas mais agudas.

Luminosidade:
Suporta pleno Sol em ambientes com umidade média do ar acima de 50%, podendo queimar abaixo disso. Recomendado 6 horas de Sol para um maior crescimento vegetativo.

Reprodução:
Por sementes é bem lenta.
Já o crescimento vegetativo é bem rápido e os cortes exigem pouco para criarem raízes e brotar.




Rhipsalis cereoides - fruto
Imagem: Eduardo Gardini


Rhipsalis cereoides - detalhes das flores
Imagem: Eduardo Gardini - 09/2017


domingo, 18 de junho de 2017

Rhipsalis in situ - Juquitiba - São Paulo - Brasil

Rhipsalis elliptica - cidade de Juquitiba - S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017




Lepismium houlletianum var. regnellii - cidade de Juquitiba - S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017






Rhipsalis pilocarpa - cidade de Juquitiba -
S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017

Rhipsalis pilocarpa - cidade de Juquitiba - 
S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017






























Rhipsalis cereuscula - cidade de Juquitiba - 
S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017





Rhipsalis elliptica - cidade de Juquitiba - 
S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017





domingo, 14 de maio de 2017

Rhipsalis oblonga


Rhipsalis oblonga - Planta em cultivo
Imagem: Eduardo Gardini - Abril/2017

Rhipsalis oblonga apresenta artículos (cladódios) com tamanho médio de 8-15 cm de comprimento por 1 -3 cm de largura, margens fortemente crenadas, aréolas grandes e  e nervura central bem espessa, relevada, geralmente mais clara, contrastando com o tom verde-claro geral da planta.
Os artículos apicais costumam ser mais arredondados, chegando ao número de dois a três, mantendo a característica margem profundamente recortada. Em situação ideal podem atingir 2 metros de comprimento, crescimento lateral pendendo à medida em que os artículos se tornam pesados.
Flores: Normalmente uma por aréola, presentes nos dois lados dos artículos. Diâmetro de 8-10mm, cinco tépalas petaloides, numerosos estames, predominantemente branca com tons creme.
Florescem em meados de abril e são muito procuradas por pequenas abelhas de várias espécies, com destaque para as Plebeias que apreciam muito o seu pólen.
Frutos brancos, globulares, 4-6mm, coroados pelo perianto murcho.
Ocorrem no Sudeste Brasileiro, confirmados nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Norte de São Paulo, em zonas de Mata Atlântica, do nível do mar até 1.200 m de altitude.

Cultivo: Exemplares cultivados em ambiente sombreado (60-80%), com substrato orgânico bem drenável (casca de pinus) e com regas constantes atingiram tamanhos maiores e apresentaram maior carga de flores e frutos.


Rhipsalis oblonga - margem bem recortada, Nervura central destacada
e aréolas pronunciadas. Cladódios apicais menores e arredondados.
Imagem: Eduardo Gardini - S. Paulo - Brasil - Abril/2017



Rhipsalis oblonga
Imagem: Eduardo Gardini
S. Paulo - Brasil - 04/2017
Rhipsalis oblonga
Imagem: Eduardo Gardini
S. Paulo - Brasil - 04/2017

























Rhipsalis oblonga - Flores
Imagem: Eduardo Gardini
S. Paulo - Brasil - Abril-2017



Rhipsalis oblonga
Imagem: Eduardo Gardini
S. Paulo - Brasil  -  Abril - 2017

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Rhipsalis - Tabela comparativa: Frutos

Rhipsalis: Frutos
©Eduardo Gardini

Tabela comparativa: Frutos de Rhipsalis e Lepismium, Escala 5mm.
A: L. houlletianum variedade I; B: L.houlletianum var. regnellii; C: L. houlletianum variedade ereta;
D: R. teres var. teres; E: R. teres var. frutos róseos;  F: R. teres var. capilliformis; G: R. grandiflora; H: R. russellii; I: R. elliptica; J: R. cereuscula; K: R. trigona; L: R. burchellii: M: R. neves-armondii;
N: L. warmingianum; O: R. ewaldiana; P: R. mesembryanthemoides; Q: R. hoelleri:
R: R. puniceodiscus: S: R. pilocarpa;

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Rhipsalis em áreas urbanizadas - Cidade de São Paulo





Rhipsalis teres ssp. capilliformis em via pública
São Paulo - Brasil
©Eduardo Gardini


A Região Sul da cidade de S.Paulo situa-se numa área de Mata Atlântica que já foi praticamente eliminada pelo desmatamento e urbanização. Apesar disso não é difícil encontrar Rhipsalis vegetando espontaneamente em árvores exóticas usadas para reflorestamento a partir da década de 70, como a Tipuana. 
A Tipuana (Tipuana tipu) é uma árvore originária da Bolívia e Argentina que se adaptou muito bem ao clima da cidade. Além de possuir copa avantajada, tem casca grossa e fissurada, favorecendo totalmente a germinação e crescimento de diversas epífitas como Rhipsalis.


Rhipsalis teres em via pública
São Paulo - Brasil
©Eduardo Gardini
Rhipsalis teres em via pública
São Paulo - Brasil
©Eduardo Gardini
























Rhipsalis teres ssp. capilliformis em via pública
São Paulo - Brasil
©Eduardo Gardini



 











Rhipsalis teres em via pública
São Paulo - Brasil
©Eduardo Gardini
















Rhipsalis grandiflora em via pública
São Paulo - Brasil
©Eduardo Gardini






sábado, 24 de setembro de 2016

Rhipsalis pentaptera



Rhipsalis pentaptera
© Eduardo Gardini


Rhipsalis pentaptera é uma espécie epífita-rupícola que possui como característica principal segmentos apresentando 5 a 7 saliências (nervuras) longitudinais em sua extensão. Esses segmentos na grande maioria das vezes tendem a crescer em forma de arco e não pendentes como os de outras espécies, são bem rígidos e com uma tonalidade verde brilhante, tornando-se acinzentados quando mais velhos. Os segmentos podem apresentar eventualmente poucas raízes aéreas, assim como cerdas macias próximas da base da planta.
Suas flores surgem nas extremidades dos segmentos ou próximas delas, com diâmetro entre 10 e 15 mm, na cor creme com a parte posterior avermelhada.
Frutos pequenos, 5-6mm, brancos com eventuais tons rosados.
Planta nativa do Sudeste Brasileiro, mais especificamente no estado do Rio de Janeiro, Mata Atlântica em baixas altitudes, Restinga.
Hoje mais encontrada em cultivo que em seu habitat natural.





Rhipsalis pentaptera - Segmentos
© Eduardo Gardini





Rhipsalis pentaptera - Botões florais
© Eduardo Gardini







Rhipsalis pentapteraDetalhe: Flor
© Eduardo Gardini
Rhipsalis pentapteraDetalhe: botão floral
© Eduardo Gardini


quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Rhipsalis floccosa subsp. pulvinigera

Rhipsalis floccosa subsp. pulvinigera
Local: S. Tomé das Letras - Minas Gerais - Brasil
© Paulo Sampaio


Rhipsalis floccosa subsp, pulvinigera  é uma espécie epífita/rupícola que ocorre naturalmente nos estados do Sudeste e Sul do Brasil. Apresenta segmentos com até 10 mm de espessura, flores com 18-30mm de diâmetro e frutos magenta-escuro ou alvos.

Domínios Fitogeográficos: Cerrado, Mata Atlântica
Tipo de Vegetação: Campo de Altitude, Campo Rupestre, Floresta Ombrófila Mista.
(Fonte: Reflora.jbrj.gov.br )








Rhipsalis floccosa subsp. pulvinigera
Local: S. Tomé das Letras - Minas Gerais - Brasil
© Paulo Sampaio






Rhipsalis floccosa subsp. pulvinigera
Local: S. Tomé das Letras - Minas Gerais - Brasil
© Paulo Sampaio