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domingo, 27 de setembro de 2020

Hatiora herminiae in situ

Hatiora herminiae in situ. Campos do Jordão - São Paulo - Brasil. Setembro/2020
Créditos da Imagem: Douglas Santos




Hatiora herminiae in situ.
 © Douglas Santos 2020





Hatiora herminiae in situ.
 © Douglas Santos 2020

 

sábado, 9 de setembro de 2017

Hatiora herminiae

Hatiora herminiae. Planta em cultivo.
Imagem: Eduardo Gardini - agosto/2017

Hatiora herminiae apresenta cladódios cilíndricos com tamanho entre 1-2,5 cm com tom verde escuro (pode avermelhar se estiver a Sol pleno, o que não é o ideal para o crescimento vegetativo dessa espécie). A planta cresce de forma vertical com surgimento de novos brotos sempre na parte apical. Com a idade e peso dos cladódios a planta pode excepcionalmente vir a se curvar e formar touceiras em forma esférica.
Hatiora herminiae apresenta hábito (estrutura da planta) muito semelhante à Hatiora cylindrica, com diferenças sutis como p.e. uma cobertura pilosa laranja escuro nas extremidades dos segmentos apicais, ao passo que a H. Cylindrica normalmente apresenta a extremidade dos cladódios apicais esbranquiçados e ocasionalmente afunilados na extremidade.
Sua ocorrência foi constatada nos estados brasileiros de MG e São \paulo, sendo nesse último encontrado exemplar na região de Campos do Jordão, cujo clima e altitude são favoráveis à planta.





Hatiora herminiae
Imagem: Eduardo Gardini



O grande destaque visual dessa planta se dá nas flores, de um pink intenso contrastando com o tom verde/amarelado do pericarpo. Nas flores as pétalas são maiores que as das
 rhipsalis, de um pink intenso. A cor das pétalas é de um rosa muito intenso e chamativo.
Trata-se de uma espécie rara, pouco comentada e estudada no Brasil, sendo todo material publicado a respeito dela de origem estrangeira. Sua presença nos locais de origem é incerta, havendo ocasionalmente ofertas de sementes em sites internacionais oriundas de particulares.
Hatiora herminiae é auto polinizável e pode produzir flores e frutos em cinco anos a partir da germinação.





Flores de Hatiora herminiae e de Hariota cylindrica postas lado a lado para referência de cor e tamanho.
Imagem: Eduardo Gardini - 09/09/2017



O substrato dessa panta deve ser bastante drenável e o vaso de barro ajuda na eliminação da umidade.
Na foto abaixo foi usada Perlita pura e a planta é fertilizada com Osmocote liberação lenta. Vai muito bem em substrato vegetal fibroso. Prefere locais com incidência indireta de luz solar e irrigação diária. Costuma se desidratar com facilidade, o que leva os cultivadores a utilizarem de enxerto para manutenção. Esse método também antecipa a maturidade da planta e seu florescimento.

Hatiora herminiae - Nesse vaso com perlita pura e vaso de barro, adubada com Osmocote
de liberação lenta, regada diariamente.
Imagem: Eduardo Gardini - 09/09/2017




Hatiora herminiae enxertada em Pereskiopsis.
Imagem: Eduardo Gardini - 2017




Hatiora herminiae germinada em estufa adaptada. Planta com
18 meses.
Imagem: Eduardo Gardini

domingo, 18 de junho de 2017

Rhipsalis in situ - Juquitiba - São Paulo - Brasil

Rhipsalis elliptica - cidade de Juquitiba - S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017




Lepismium houlletianum var. regnellii - cidade de Juquitiba - S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017






Rhipsalis pilocarpa - cidade de Juquitiba -
S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017

Rhipsalis pilocarpa - cidade de Juquitiba - 
S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017






























Rhipsalis cereuscula - cidade de Juquitiba - 
S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017





Rhipsalis elliptica - cidade de Juquitiba - 
S. Paulo - Brasil
Imagem: Eduardo Gardini - junho/2017





quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Hatiora cylindrica

Hatiora cylindrica
© Eduardo Gardini


Espécie epífita /terrestre/rupícola com crescimento vertical, inclinando-se e pendendo à medida que os segmentos ganham volume e peso.
Segmentos em geral com espessura uniforme, gerando brotos apicais (na extremidade dos segmentos) que se desenvolvem sobre o anterior, dando à planta um formato triangular invertido.
Cor normalmente de verde intenso, podendo ficar amarelada a avermelhada conforme o grau de incidência solar.
As flores desenvolvem-se nas extremidades da planta (apicais), de amarelo intenso com marcações sutis avermelhadas nas pétalas e sépalas.
Frutos avermelhados.


Distribuição Geográfica:
Bahia - Espírito Santo - Rio de Janeiro
Tipo de Vegetação
Mata Atlântica
Floresta Ombrófila (Floresta Pluvial), Restinga



Comparativo entre flores de H. cylindrica (Direita) e H. salicornioides
Escala: 5 milímetros.
© Eduardo Gardini






Hatiora cylindrica - fruit
© Eduardo Gardini






Hatiora cylindrica
© Eduardo Gardini
Hatiora cylindrica
© Eduardo Gardini

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Hatiora salicornioides




Hatiora salicornioides
© Eduardo Gardini




Planta epífita, ocasionalmente terrestre, que pode passar de um metro de tamanho. Tronco cilíndrico, com segmentos em torno de 20 a 30 mm de tamanho, com formato cilíndrico afinado na base e avolumado na extremidade. Os segmentos não possuem aréolas e são lisos e encerados, com a cor variando entre um verde intenso, passando pelo amarelo e podendo chegar ao avermelhado, dependendo do grau de exposição a Sol direto.  Desses segmentos podem sair de um a três segmentos apicais, fazendo a planta crescer em altura para, depois de formar uma espessa touceira, começar a se recurvar e pender em virtude de seu peso. Suas raízes são fibrosas e se entrelaçam ao tronco onde a planta está afixada.

Na floração, os botões surgem sempre nas extremidades, à princípio esféricos e avermelhados, tornando-se alongados e mais amarelados até a abertura da flor, cujo comprimento é de 10 a 12 mm. Pétalas amarelas, com a extremidade do estigma brancos, anteras pouco visíveis. O processo de floração costuma ser quase que simultâneo e as flores permanecem abertas por até dois dias, e cada extremidade de segmento pode gerar de uma a três flores.

Frutos róseo-esbranquiçados, de formato cônico, 5 a 8 mm de tamanho.

Distribuição: 
 Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná: epilíticas e epífitas em campo rupestre , Mata Atlântica e floresta estacional, o nível perto do mar a 1850 m de altitude.








Hatiora salicornioides - Detalhe da flor
© Eduardo Gardini





Hatiora salicornioides
Crescimento vertical típico da espécie
© Eduardo Gardini



Hatiora salicornioides
Tons avermelhados característicos de insolação.
© Jorge Gastin - RJ



Hatiora salicornioides
Frutos - Fevereiro/2017
Local: Itapecerica da Serra - São Paulo - Brasil
© Eduardo Gardini




Hatiora salicornioides
Fruto - Escala 5mm
© Eduardo Gardini